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Archive for the ‘tips.’ Category

A gente vai ouvir falar muuuuito dessa peça: a jegging. De nome esquisito, nada mais é que uma legging feita com jeans, bem mais justa que a calça skinny ou slim. Se você se deparar com superskinny ou second skin, trata-se da mesma coisa, uma peça que vai ser tornar obcessão para as brasileiras.

Ai vocês me perguntam: “Virou Mãe Diná agora, Marina? Tá prevendo o futuro ou trabalhando no WGSN?”. Não, não tenho nenhum emprego bafo e se soubesse prever o futuro não tava na minha situação atual, mas eu bem sei que o derrière nacional a-do-ra uma legging, quanto mais jusssssta melhor! Foi assim há algumas temporadas (ainda tenho pesadelos com alguns wet leggings por aí) e não importa o tamanho das coxas das bunitas, o legging tá lá presente mesmo sem ir à academia. E é isso que me dá medo!

Adoro essa estética de pernas finas e volume em cima, mas convenhamos, qual é a parte do corpo brasileiro que se sobressai? Quadrilzão de Ramos, sempre evidenciado de forma errada! E lá vai um monte de gente usar a peça porque é versátil, porque é confortável, mas todo mundo se esquece de pensar se é bonito ou não ter a forma de uma coxinha! Até meninas com perna de garça ficam dançarinas de axé com tanta justeza assim, imagina então quem tem muito volume? Sim girls, eu tenho mil centímetros a mais de bunda que eu gostaria de ter e sim, eu uso leggings, mas cobrindo o volume extra!

Tirando a Ciara na foto acima, que fez o favor de usar uma jegging “estampada” com acid wash, as outras fofas mostram jeitos lindos e corretos de usar essa proporção mais que justa nas pernas: cobrindo-as ou colocando mais volume em cima. Até Honey Bee ficou com um look legal e olha que ela tem coxas de Tina Turner, tudo porque cobriu o maior volume das coxas com o final do blazer.

É simples, só não pode avacalhar!

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Muitas vezes, a gente se identifica com um estilo, uma tendência, mas quando resolve colocá-la em prática na hora de se vestir, desastre total! Parece que o corpo ficou deslocado, as proporções não se encaixam, aquela coisa toda! Isso acontece muuuuito em red carpets, quando celebs repetem o mesmo look e a gente sempre acha que um ficou mais interessante em uma do que em outra, talvez pelo estilo não ter nada a ver, talvez pelo corpo não comportar aquela modelagem, talvez pelos complementos nada complementares.

Isso acontece porque não prestamos atenção no que se adequa ao nosso corpo, à nossa realidade e ao nosso estilo real. Se você geralmente adoooora uma blusa de renda rosa com saia balonê num clima total princesa, se jogar numa tacha não vai rolar, por mais que você ache lindo na Isabeli Fontana. Eu tenho paixão por ankle boots, sandálias pesadas de tiras grossas que sobem pela perna e comprimentos mega curtos, mas vamos combinar que se eu usar isso nessas perninhas curtas e roliças vai ficar tennnso.

Das duas, uma: ou tentamos encaixar esses novos parâmetros que a gente sempre encontra na nossa vida, ou botamos na cabeça que por mais incrível que aquela tendência seja, ela não funciona pra gente. E a chave pra ambas as idéias funcionarem é o conhecimento que temos que ter das proporções do nosso corpo, do que fica bem pra ele e do que funciona em termos de guarda-roupa. Eu sei que tudo muito amplo me deixa um anão, que tendências do tipo “não to nem aí pra moda, só visto trapos” não rola pra mim pois eu fico muito esculachada, que minha cintura é fina demais pra ficar escondida em roupas sem forma e que cintura muito baixa é um terror pro meu quadril. Parece pouco, mas dá uma diferença astronômica no ato de se vestir.

É só parar, dedicar um tempinho pra estudar mais nós mesmos que o sucesso é garantido!

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Há um tempo vi no blog da Camila, o I Am Leaving Today, um cardigan da DKNY mega versátil que ela havia comprado. De malha, sem muitas costuras, com pontas longas, o Cozy é prático pois não faz volume e pode ser amarrado/vestido de milhões de formas diferentes. E fez tanto sucesso que a cada estação, novas cores e propostas são lançadas pela marca.

Ambicionei, cogitei fazer a Deborah Secco e copiar na costureira, mas desencanei e esqueci do assunto. Aí hoje, numa empreitada no shopping pra comprar o presente do bofe, achei um wrap cardigan com a mesma proposta na Renner, por R$59,00 e com quatro tipos de amarração num tag! Tipos pirei! Não lembro as cores que tinham lá, mas o azul marinho foi o primeiro da arara e o que mais me chamou a atenção.

Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi, claro, procurar o bendito link das amarrações e testar. Muuuuito divertido! Agora preciso providenciar uma argola como no site para otimizar minhas opções. Não deu pra tirar foto do meu pois minha máquina sumiu dentro do meu armário, mas as fotos das amarrações “oficiais” do Cozy estão aqui e o link do vídeo é esse.

Esse cardigan acaba sendo um aliado nesses dias de outono que estão por vir ou no ar condicionado polar do escritório, pois é fininho, esquenta na medida e fica lindo… Quero umdecadaaaa!

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Ah, o calor!

Devo confessar, mil vezes fritar num asfalto quente a virar picolé de tanto frio! Ando passando apuros por causa desse calor senegalês, coisas do tipo faltar o ar, não conseguir dormir, a pressão ir lá pro dedão do pé, mas meu corpo dá pulinhos de alegria quando o termômetro registra mais de 30°C.

Mas comofás pra enfrentar toda essa quentura com dignidade?

Roupas claras e larguinhas: sim, elas são mais frescas pois não absorvem os infinitos raios solares destinados a nos fritar, fora que te livram do pesadelo das poças de suor e “pizzas” pelo corpo nos momentos de ar condicionado mode off. Estampas também valem pra alegrar o look e disfarçar o suor.

Tecidos leves e naturais: nem precisa dizer porquê. Aquele 1% de fibra sintética vai te cozinhar no meio da rua, fazer seu suor grudar no tecido e – eca! – feder. E se rolar “pizza”, ela seca logo se você estiver vestindo um algodãozinho.

Sapatos fresquinhos: Até algumas flats tem a capacidade de fazer meu pé suar, e olha que eu tenho baixa sudorese. Eu meço o meu bem estar com a temperatura pelo pé [bizarro], então se o sapato não deixa my little feet ficarem fresquinhos, mé dá um mal estar do cão. Prefiro usar sandálias com solado de plástico, pois se o pé molhar, tá facil passar um lencinho pra secá-lo. Fora que o plástico é mais que um aliado pra enfrentar chuvas de fim de tarde, molhou, secou, tá novo!

Cabelo preso: eu a-mo cabelo solto, natural, esvoaçante. Mas a nuca esquenta, a raiz fica ensebada e acabou-se o balanço dos fios. Pra sair com o cabelo solto e prender num coquinho chinfrim não dá, então procuro sair de casa com uma interessância capilar já pronta e fresquinha. Lembrando que cabelo preso é à prova de chuva (nem tanto, mas salva um pouco a decência).

Make leve: não adiantar dizer que primer segura oleosidade, quando o dia tá quente não vai resolver por nada no mundo. Vai deixar sua pele grudenta, vai escorrer base, corretivo e pó pra todo lado e meleca tudo! Não é pra sair de cara lavada, cheia de olheiras e espinhas, mas pegar leve no make é super válido. Te livra de ficar retocando o tempo todo e sem dúvida dá mais frescor. Bases sequinhas funcionam bem (gosto da Dream Matte Mousse da Maybelline), blush cremoso de leve vai durar um pouquinho mais que o em pó, mas a grande sacada do calor é usar batom. Boca não transpira, não borra com suor e não precisa de grandes complementos de make pra te deixar deusa.

Facinho facinho ficar linda, digna e parecer que não sofre com o calor.

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